Se a dúvida é entender o efeito do tempo, da taxa e do aporte mensal, esta calculadora ajuda a comparar cenários com uma leitura direta.
Veja quanto vem dos aportes e quanto vem dos juros
A taxa anual é convertida para mês e o aporte entra no fim de cada mês. Assim fica mais fácil comparar cenários pela mesma regra.
Limite de 600 meses equivalentes.
Evolução
Compare o que saiu do bolso com o saldo acumulado
A linha azul mostra o total investido. A coral mostra o saldo final com o efeito acumulado dos juros.
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O que olhar depois de simular
Se a distância entre o total investido e o montante final cresce devagar no começo e acelera depois, esse é o efeito esperado dos juros compostos.
Aporte mensal, prazo e taxa mexem na curva por caminhos diferentes. O valor inicial ajuda a formar a base. O aporte dá constância. O prazo deixa os juros trabalharem por mais tempo.
A utilidade da calculadora está em comparar cenários sem exigir conta mental. Ela não diz o que fazer. Ela só deixa mais claro o peso de cada variável.
Onde essa leitura ajuda
Essa simulação é útil quando a dúvida é sobre horizonte, taxa, constância de aporte e diferença entre investir mais cedo ou mais tarde.
Quando a pergunta deixa de ser projeção e volta para o mês atual — quanto cabe, o que falta pagar, como o mês está — a conversa é outra. Aí o Dommus entra melhor.
Dúvidas frequentes
Como a calculadora trata taxa anual e taxa mensal?
Se a taxa for mensal, ela entra direto na simulação. Se for anual, a calculadora converte esse número para uma taxa mensal equivalente antes de projetar cada mês.
O aporte mensal entra no começo ou no fim do mês?
Aqui os juros são aplicados primeiro sobre o saldo do mês. O aporte mensal entra no fim de cada mês. Essa regra fica fixa para o resultado ser comparável entre cenários.
O que não entra no cálculo?
Custos de corretagem, impostos, inflação e oscilações reais não estão no modelo. A simulação usa taxa, prazo e aporte fixos para mostrar o efeito matemático dos juros compostos.